Constituição Federal de 1988 - Educação Especial
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
Art. 208. O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de:
III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino;
IV - atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos de idade.
Art. 213. Os recursos públicos serão destinados às escolas, podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas, definidas em lei, que:
I - comprovem finalidade não lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação.
Mostrando postagens com marcador educação inclusiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação inclusiva. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
RiquezaXPobreza
Pensou agora... nem sempre quando saimos da faculdade nos deparamos com um mar de rosas, é no dia-a-dia das comunidades que aprendemos a ter um novo olhar!
Se as crianças daqui já possuem algumas dificuldade cotidianas, imaginem as da ÁFrica onde ainda ocorre falta de infra-estrutura.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Muito prazer, eu existo
Muito Prazer, Eu Existo
Xuxa
Composição: Álvaro Socci / Cláudio Matta
Existem filhos que precisam mais carinho
De mais cuidados e atenção especial
E essas crianças quando muito bem amadas
Só Deus quem sabe qual o seu potencial
Seus pais conhecem um segredo do universo
Da harmonia na diversificação
Amar alguém dito norma é muito fácil
Longe de indiferença e discriminação
Me pergunto se a indiferença é natural
Me pergunto em que consiste ser normal
Me pergunto qual o referencial
Por que todo mundo tem que ser igual ?
Quem de nós é um ser humano exemplar
Quem de nós não tem espelho pra se olhar
Quem de nós é capaz de atirar
A primeira pedra sem se machucar
Alguns de nós julgam-se mais que todo mundo
Como se o sol fosse escolher pra quem nascer
Comparações são vaidosas ou amargas
Tudo na vida tem uma razão de ser
Tem gente preconceituosa e arrogante
E eu me preocupo com seu modo de pensar
Como se Deus fosse algum ser inconseqüente
Que faz pessoas diferentes só pra olhar
Muito prazer, EU existo.
Xuxa
Composição: Álvaro Socci / Cláudio Matta
Existem filhos que precisam mais carinho
De mais cuidados e atenção especial
E essas crianças quando muito bem amadas
Só Deus quem sabe qual o seu potencial
Seus pais conhecem um segredo do universo
Da harmonia na diversificação
Amar alguém dito norma é muito fácil
Longe de indiferença e discriminação
Me pergunto se a indiferença é natural
Me pergunto em que consiste ser normal
Me pergunto qual o referencial
Por que todo mundo tem que ser igual ?
Quem de nós é um ser humano exemplar
Quem de nós não tem espelho pra se olhar
Quem de nós é capaz de atirar
A primeira pedra sem se machucar
Alguns de nós julgam-se mais que todo mundo
Como se o sol fosse escolher pra quem nascer
Comparações são vaidosas ou amargas
Tudo na vida tem uma razão de ser
Tem gente preconceituosa e arrogante
E eu me preocupo com seu modo de pensar
Como se Deus fosse algum ser inconseqüente
Que faz pessoas diferentes só pra olhar
Muito prazer, EU existo.
Educando para diversidade
Me pergunto se a indiferença é natural,
Me pergunto em que consiste em ser normal,
Me pergunto qual o referencial,
Por que todo mundo tem que ser igual?
Quem de nós é um ser humano exemplar?
Quem de nós não tem espelho pra se olhar?
Quem de nós é capaz de atirar,
A primeira pedra sem se machucar?
(Álvaro Socci e Claudio Matta)
Cresce número de estudantes com necessidades especiais em escolas regulares
Cresce número de estudantes com necessidades especiais em escolas regulares
Conforme os nosso estudos de educação inclusiva, estamos realizando diversos estudos sobre a inclusão dos portadores de necessidades especiais na escola.
Eu sou defensor dessa ideia e acredito que a escola tem que se adequar a essa realidade contemporânea, abraçando essa causa, porque já estamos convivendo com os portadores de necessidade especiais no ambiente de trabalho, porque na escola tem que existir essa barreira também? Nós professores do curso de Pedagogia EAD, apostamos nas mudançass de paradigmas e acreditamos numa educação mais cidadã.
Conforme os nosso estudos de educação inclusiva, estamos realizando diversos estudos sobre a inclusão dos portadores de necessidades especiais na escola.
Eu sou defensor dessa ideia e acredito que a escola tem que se adequar a essa realidade contemporânea, abraçando essa causa, porque já estamos convivendo com os portadores de necessidade especiais no ambiente de trabalho, porque na escola tem que existir essa barreira também? Nós professores do curso de Pedagogia EAD, apostamos nas mudançass de paradigmas e acreditamos numa educação mais cidadã.
Respeito a diversidade - Saiu na ZH 99,3% de preconceito no ambiente escolar
RESPEITO A DIVERSIDADE
Estamos estudando com novas tecnologias educacionais e com disciplinas que preocupam-se com a assuntos contemporâneos.Por isso achei interessantes repassar a vocês essa matéria que realmente nos provoca a pensar sobre as nossas propostas de trabalhos com os alunos. O que as disciplinas do PEAD provocam no nosso desenvolvimento profissional vem agregar crescimento e inovação. Por isso vamos mudar o quadro que está sendo apresentado na matéria. Disciplinas como as questões étnico-raciais, educação de pessoas com necessidades especiais vem acrescentando e mudando nossa visão inicial sobre o assunto.
Nossas salas de aulas estão cada vez mais heterogêneas e diversas. Temos que repensar as questões do gênero, orientação sexual, territorialidade e nível sócio-econômico, portadores de necessidades especiais (no qual a disciplina contribui bastante para repensarmos essa questão), as questões étnicas (a disciplina também abriu novas formas de abordar as questões étnico-raciais em sala de aula, tirando medos como a entrevista) para que a sala de aula seje democrática e desenvolva novas competências e habilidades é necessário repensar todas as questões.
Educação | 17/06/2009 | 18h58min
Pesquisa indica que há 99,3% de preconceito no ambiente escolar
Portadores de necessidades especiais são os que mais sofrem
Pesquisa realizada em 501 escolas públicas de todo o país, baseada em entrevistas com mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, revelou que 99,3% dessas pessoas demonstram algum tipo de preconceito etnorracial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial.
O estudo, divulgado nesta quarta-feira, em São Paulo, e pioneiro no Brasil, foi realizado com o objetivo de dar subsídios para a criação de ações que transformem a escola em um ambiente de promoção da diversidade e do respeito às diferenças.
De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 96,5% dos entrevistados têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito etnorracial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial.
Segundo o coordenador do trabalho, José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), a pesquisa conclui que as escolas são ambientes onde o preconceito é bastante disseminado entre todos os atores.
— Não existe alguém que tenha preconceito em relação a uma área e não tenha em relação a outra. A maior parte das pessoas tem de três a cinco áreas de preconceito. O fato de todo indivíduo ser preconceituoso é generalizada e preocupante — disse.
Com relação à intensidade do preconceito, o estudo avaliou que 38,2% têm mais preconceito com relação ao gênero e que isso parte do homem com relação à mulher. Com relação à geração (idade), 37,9% têm preconceito principalmente com relação aos idosos. A intensidade da atitude preconceituosa chega a 32,4% quando se trata de portadores de necessidades especiais e fica em 26,1% com relação à orientação sexual, 25,1% quando se trata de diferença socioeconômica, 22,9% etnorracial e 20,65% territorial.
O estudo indica ainda que 99,9% dos entrevistados desejam manter distância de algum grupo social. Os deficientes mentais são os que sofrem maior preconceito com 98,9% das pessoas com algum nível de distância social, seguido pelos homossexuais com 98,9%, ciganos (97,3%), deficientes físicos (96,2%), índios (95,3%), pobres (94,9%), moradores da periferia ou de favelas (94,6%), moradores da área rural (91,1%) e negros (90,9%).
De acordo com o diretor de Estudos e Acompanhamentos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), Daniel Chimenez, o resultado desse estudo será analisado detalhadamente uma vez que o MEC já demonstrou preocupação com o tema e com a necessidade de melhorar o ambiente escolar e de ampliar ações de respeito à diversidade.
— No MEC já existem iniciativas nesse sentido (de respeito à diversidade), o que precisa é melhorar, aprofundar, alargar esse tipo de abordagem, talvez até para a criação de um possível curso de ambiente escolar que reflita todas essas temáticas em uma abordagem integrada — disse.
Estamos estudando com novas tecnologias educacionais e com disciplinas que preocupam-se com a assuntos contemporâneos.Por isso achei interessantes repassar a vocês essa matéria que realmente nos provoca a pensar sobre as nossas propostas de trabalhos com os alunos. O que as disciplinas do PEAD provocam no nosso desenvolvimento profissional vem agregar crescimento e inovação. Por isso vamos mudar o quadro que está sendo apresentado na matéria. Disciplinas como as questões étnico-raciais, educação de pessoas com necessidades especiais vem acrescentando e mudando nossa visão inicial sobre o assunto.
Nossas salas de aulas estão cada vez mais heterogêneas e diversas. Temos que repensar as questões do gênero, orientação sexual, territorialidade e nível sócio-econômico, portadores de necessidades especiais (no qual a disciplina contribui bastante para repensarmos essa questão), as questões étnicas (a disciplina também abriu novas formas de abordar as questões étnico-raciais em sala de aula, tirando medos como a entrevista) para que a sala de aula seje democrática e desenvolva novas competências e habilidades é necessário repensar todas as questões.
Educação | 17/06/2009 | 18h58min
Pesquisa indica que há 99,3% de preconceito no ambiente escolar
Portadores de necessidades especiais são os que mais sofrem
Pesquisa realizada em 501 escolas públicas de todo o país, baseada em entrevistas com mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, revelou que 99,3% dessas pessoas demonstram algum tipo de preconceito etnorracial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial.
O estudo, divulgado nesta quarta-feira, em São Paulo, e pioneiro no Brasil, foi realizado com o objetivo de dar subsídios para a criação de ações que transformem a escola em um ambiente de promoção da diversidade e do respeito às diferenças.
De acordo com a pesquisa Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 96,5% dos entrevistados têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito etnorracial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial.
Segundo o coordenador do trabalho, José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), a pesquisa conclui que as escolas são ambientes onde o preconceito é bastante disseminado entre todos os atores.
— Não existe alguém que tenha preconceito em relação a uma área e não tenha em relação a outra. A maior parte das pessoas tem de três a cinco áreas de preconceito. O fato de todo indivíduo ser preconceituoso é generalizada e preocupante — disse.
Com relação à intensidade do preconceito, o estudo avaliou que 38,2% têm mais preconceito com relação ao gênero e que isso parte do homem com relação à mulher. Com relação à geração (idade), 37,9% têm preconceito principalmente com relação aos idosos. A intensidade da atitude preconceituosa chega a 32,4% quando se trata de portadores de necessidades especiais e fica em 26,1% com relação à orientação sexual, 25,1% quando se trata de diferença socioeconômica, 22,9% etnorracial e 20,65% territorial.
O estudo indica ainda que 99,9% dos entrevistados desejam manter distância de algum grupo social. Os deficientes mentais são os que sofrem maior preconceito com 98,9% das pessoas com algum nível de distância social, seguido pelos homossexuais com 98,9%, ciganos (97,3%), deficientes físicos (96,2%), índios (95,3%), pobres (94,9%), moradores da periferia ou de favelas (94,6%), moradores da área rural (91,1%) e negros (90,9%).
De acordo com o diretor de Estudos e Acompanhamentos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), Daniel Chimenez, o resultado desse estudo será analisado detalhadamente uma vez que o MEC já demonstrou preocupação com o tema e com a necessidade de melhorar o ambiente escolar e de ampliar ações de respeito à diversidade.
— No MEC já existem iniciativas nesse sentido (de respeito à diversidade), o que precisa é melhorar, aprofundar, alargar esse tipo de abordagem, talvez até para a criação de um possível curso de ambiente escolar que reflita todas essas temáticas em uma abordagem integrada — disse.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Reflexões - Questões Étnicas e Educação Inclusiva
Durante essa semana refleti sobre as propostas de trabalhos das interdisciplinas do PEAD desse semestre. O que estamos vivenciando e aprendendo no contexto de conteúdos e abordagens são temas contemporâneos e que fazem parte de uma demanda atual do ensino. Essas propostas de trabalho como o Mosaico Étnico e a Entrevista, vem a proporcionar a nós docentes um novo olhar sobre a diversidade cultural. Sobre a Educação Inclusiva a melhor forma de incluir é garantir políticas de acesso e permanência do aluno PNE no contexto da sala de aula, que essas vivências na sala de aula serão importantes tanto para os alunos PNE como os alunos sem necessidades especiais. A vivência promove o respeito mútuo e quebra de preconceitos, favorecendo a inclusão!!!
Agora vou continuar a realizar o meu estudo de caso com alunos portadores de necessidades especiais, e também vou iniciar a minha entrevista com os alunos de diversas etnias.
Agora vou continuar a realizar o meu estudo de caso com alunos portadores de necessidades especiais, e também vou iniciar a minha entrevista com os alunos de diversas etnias.
Assinar:
Postagens (Atom)